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PIX DECOLA COM USUÁRIOS JOVENS E SUBSTITUIÇÃO DE SERVIÇO TRADICIONAL

PIX DECOLA COM USUÁRIOS JOVENS E SUBSTITUIÇÃO DE SERVIÇO TRADICIONAL

Valor Econômico | Por Estevão Taiar

O Pix completa no domingo seis meses de funcionamento pleno, com uma adesão que surpreendeu fortemente o Banco Central (BC), instituições financeiras e especialistas que acompanham o setor. Em abril, o sistema já tinha 230,6 milhões de chaves cadastradas e 1,5 bilhão de transações realizadas, refletindo a ampla aceitação do sistema, especialmente por pessoas físicas que rapidamente vêm substituindo TEDs e DOCs.

O temor fraudes que precedeu a estreia do Pix não se confirmou. Golpes existem, mas usam a chamada “engenharia social”, ou seja, acontecem fora do sistema e não em brechas na tecnologia.

“No início, a gente imaginava que teria 20 milhões de chaves, talvez 40 milhões”, afirmou ontem o diretor de fiscalização do BC, Paulo Souza, em evento promovido pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas do Brasil). Desde meados de novembro, houve mais 1,5 bilhão de transações feitas por meio de 752 instituições financeiras e de pagamentos. Daqui para a frente, a tendência continua sendo de crescimento rápido, impulsionado pela entrada em vigor de novas funcionalidades.

“Os primeiros seis meses de funcionamento demonstram o sucesso e aceitação do Pix”, afirmou também o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

No mês passado, o tíquete médio das transferências ficou em cerca de R$ 644, conforme dados do BC. As pessoas com idade entre 20 e 29 anos e 30 e 39 anos são os principais usuários, com cada um desses grupos respondendo por pouco mais de 30% das operações.

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou recentemente que, “mesmo entre a população de idade mais avançada”, se vê um crescimento “muito grande” do Pix. Ainda assim, os usuários acima de 60 anos respondem por apenas 4% das operações. Na distribuição regional, quase metade das transações são realizadas no Sudeste (48,7%), enquanto o Norte (7,9%) vem no fim da fila.

Em um primeiro momento, como já era esperado pelo BC, o uso do Pix ganhou força principalmente entre as pessoas físicas. Hoje, dos 87,3 milhões de usuários, 81,9 milhões são pessoas físicas e 5,4 milhões pessoas jurídicas. Isso porque a adoção do sistema por empresas exige uma estrutura maior. Mas nas últimas semanas as transações no varejo já têm crescido “a taxas mais elevadas” do que no caso de pessoas físicas, disse nesta semana o chefe do Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro da autoridade monetária, Ângelo Duarte.

Mesmo com a expansão mais lenta no início, o balanço do Pix até aqui é “positivo”, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Em nota enviada ao Valor, a instituição afirma que “as facilidades prometidas” pelo BC “se tornaram realidade”.

A expansão entre as pessoas jurídicas deve ganhar força com ferramentas ainda previstas para entrar em vigor, como o Pix Garantido – pagamento programado, que permitirá, por exemplo, compras parceladas e operações de crédito – e o débito automático.

Nesta sexta-feira, entra em vigor por exemplo o Pix Cobrança – ferramenta que permite a cobrança em datas futuras por meio da geração de QR Code.

“Aos poucos novas funcionalidades vão sendo construídas e mais e mais estabelecimentos começam a aceitar o Pix”, disse Leandro Vilarinho Borges, sócio do Velloza Advogados, para quem o saldo do primeiro semestre é “extremamente positivo”.

De acordo com a titular da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça, Juliana Domingues, a principal reclamação até aqui diz respeito aos golpes aplicados por meio de WhatsApp. Nesse caso, depois de clonar uma conta do aplicativo de mensagens, o golpista pede a outras pessoas a transferência de valores via Pix.

Para alertar a respeito desses riscos, o BC realizou em abril uma campanha dizendo que “o Pix é novo, mas os golpes são antigos”, com a realização de lives e postagens em suas redes sociais.

“As reclamações não têm grande volume”, disse a titular da Senador destacando que o sistema já conta com “ampla adesão” e vem ajudando a modernizar “um mercado muito concentrado”.

O BC também vem trabalhando em um sistema que permitirá o estorno mais rápido de transações em que houver comprovação de fraude ou falha no sistema das instituições. A funcionalidade está prevista para começar a funcionar no terceiro trimestre.

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SERVIÇO TEM POTENCIAL PARA GANHO DE ESCALA

SERVIÇO TEM POTENCIAL PARA GANHO DE ESCALA

Por Valor Econômico | Sérgio Tauhata e Fernanda Bompan

O WhatsApp Pay tem potencial para mudar a forma como os brasileiros fazem transações financeiras no dia a dia. Segundo especialistas e instituições ouvidas pelo Valor, a solução pode ganhar escala em alta velocidade, a exemplo do Pix, o sistema de pagamentos instantâneos capitaneado pelo Banco Central.

De acordo com o diretor-executivo de Soluções da Visa do Brasil, Juliano Manrique, uma pesquisa encomendada pela empresa mostra que 80% da base de usuários da bandeira declara interesse em fazer transferências e, futuramente, pagamentos pelo WhatsApp. “O canal digital tem potencial para substituir a parte de transações com dinheiro físico”, aponta ele.

“O potencial é ilimitado”, afirma Julio Zaguini, CEO da Botmaker no Brasil, uma das parcerias oficiais do WhatsApp para a implementação de APIs. “Se a operação for simples vai ser adotada em massa, porque é natural que o usuário adote o caminho mais fácil”, resume o especialista.

Para Manrique, da Visa, “uma vez cadastrados os cartões, simplesmente faço uma transferência com quatro cliques na tela”. Conforme o diretor de meios de pagamentos do Banco do Brasil, Edson Rogerio da Costa, uma das nove instituições que faz parte da etapa de lançamento do sistema, “a experiência para o cliente vai ser muito amigável, porque durante uma conversa posso automaticamente fazer uma transferência, quase como colocar uma foto e mandar”, afirma o executivo.

Na visão do professor do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV (FGVcemif), Adrian Cernev, “o WhatsApp Pay é um grande player pelo tamanho que tem no Brasil, mas do jeito que está ainda não muda o mercado, que já vinha acontecendo com o Pix”. Para o pesquisador, “quando ele for autorizado a ser uma ‘wallet’ [carteira digital], aí sim ele ganha mercado.”

Cernev acredita que o BC “acertou em autorizar só agora com o Pix [já em operação], porque do contrário a solução tinha chance de dominar o mercado”. Para o professor da FGV, “seria como trocar um mercado concentrado em bancos, para uma Big Tech; evitamos ser uma China”.

Nessa primeira fase, o regulador permitiu apenas as transferências entre pessoas físicas, com cadastro de cartões de débito e pré-pagos. O BC sinaliza a possibilidade de autorizar futuramente a função de pagamentos de bens e serviços para empresas. No caso das transações entre usuários individuais, não há cobrança de tarifas.

Segundo o gerente-executivo de meios de pagamentos do BB, Bruno Alves do Nascimento, a ideia é que, quando for implementada a solução, as instituições possam cobrar tarifas pelas operações. “Nesse primeiro momento, as transferência é entre pessoas e a remuneração é feita pelo Facebook para os bancos parceiros. Cada transação tem uma remuneração, mas o cliente não paga nada.”

Conforme Nascimento, “a remuneração no caso de o BC autorizar o pagamento de bens e serviços vai ser muito similar ao que se observa no Pix. Quando autorizadas as transações de compra de pessoas jurídicas, a empresa vai remunerar a cadeia para poder receber pelas as vendas no WhatsApp”.

O gerente do BB explica que, do ponto de vista técnico, essas operações serão “como uma transação normal de cartão de crédito”. Com o início do funcionamento do WhatsApp Pay, as instituições participantes poderão convidar 15 mil clientes por dia até 17 de maio, quando essa cota será revisada. No entanto, se o usuário transferir um valor para uma pessoa ainda não cadastrada, automaticamente essa conta passa a estar habilitada para uso da solução. “É uma estratégia viral e a tendência é que a base de usuários aumente aceleradamente”, diz Nascimento.

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AGORA VAI: WHATSAPP INICIA SERVIÇO DE PAGAMENTO NO PAÍS, COM NOVE BANCOS

AGORA VAI: WHATSAPP INICIA SERVIÇO DE PAGAMENTO NO PAÍS, COM NOVE BANCOS

Por Valor Econômico | Maria Luíza Filgueiras

Quase um ano após o anúncio de lançamento do serviço de pagamentos no Brasil, o WhatsApp começa efetivamente hoje a processar transferências financeiras. Nesse período, o app obteve licença de operação pelo Banco Central e aproveitou para firmar mais parcerias — no ano passado, a estreia seria com três bancos. Agora, clientes de nove instituições financeiras já poderão fazer pagamentos pelo app de mensagens.

“Pagamentos digitais são muito importantes nesse momento. É mais seguro que entregar dinheiro a alguém e você não precisa ficar numa fila de banco”, disse Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, empresa que é proprietária do WhatsApp e também do Instagram.

Em seu primeiro vídeo de lançamento produto local, ele comparou o serviço financeiro à facilidade de mandar uma mensagem ou foto entre amigos e familiares. “Esse é um dos primeiros lugares do mundo a ter pagamento no WhatsApp e isso porque sabemos o quanto o WhatsApp é importante para o Brasil”, emendou.

Zuckerberg se refere ao uso frenético do app no país. O Brasil é o segundo maior mercado em número de usuários do WhatsApp no mundo — são 120 milhões de pessoas usando o app, atrás apenas dos 400 milhões da Índia. Mas os indianos são mais concisos na comunicação: com menos da metade dos usuários, o Brasil supera a Índia e qualquer outro mercado em número de mensagens.

O serviço começa com cartões de débito e pré-pago do Banco do Brasil, Banco Inter, Bradesco, Next, Itaú, Mercado Pago, Nubank, Sicredi e Woop Sicredi, com as bandeiras Visa e Mastercard. A operadora é a Cielo, que não tem exclusividade. “Cerca de 70% do mercado bancário no país já começa com acesso ao sistema”, disse Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp, ao Pipeline.

Somente BB, Bradesco e Itaú somam cerca de 250 milhões de correntistas — o que mostra que o serviço pode ajudar o WhatsApp a extrapolar o número atual de usuários no país. “O surgimento de novas formas de pagamentos adaptadas à economia digital é relevante nas experiências financeiras de rotina dos clientes”, diz Renato Ejnisman, CEO do next, o banco digital do grupo Bradesco.

No fim de março, o BC deu aprovação à Facebook Pagamentos do Brasil Ltda para se tornar um iniciador de pagamentos para transferências entre pessoas físicas. A companhia continua trabalhando com o BC na autorização para pagamentos para empresas. O BC também deu a licença de operação de arranjo de pagamento aberto para Visa e Mastercard no Brasil.

O lançamento em junho do ano passado tinha sido suspenso pelo regulador, levantando questionamentos no mercado sobre a razão de empresas experientes no mercado financeiro brasileiro — como a Cielo, Visa, Mastercard e os bancos – não terem antecipado esse problema.

Instituições de pagamento (IP) só precisam estar sob o guarda-chuva do BC com uma licença específica quando atingem determinado volume transacionado. Agora esse volume é de R$ 20 bilhões em 12 meses, em uma mudança recente de regras – até duas semanas atrás, o limite era de R$ 500 milhões. A licença obtida pela WhatsApp é uma das modalidades dentro da regra de IP.

O porte dos operadores envolvidos e a inovação do sistema anteciparam a preocupação do regulador, que não gostou de ser pego de surpresa e queria garantir a segurança das operações, disse o diretor de um dos bancos parceiros ao Pipeline.

Antes mesmo no anúncio no ano passado, já havia expectativa há algum tempo que o WhatsApp ingressasse em pagamentos, tendo em vista a escala de apps chineses nesse negócio, notadamente o WeChat. A empresa não vai cobrar taxa do usuário no serviço de pagamento, que será liberado gradualmente nas próximas semanas entre os correntistas dos bancos parceiros.

Os pagamentos no WhatsApp são habilitados pelo Facebook Pay, que utiliza PIN e biometria, o que garante a segurança das operações, segundo a companhia. As redes sociais Facebook e Instagram também podem usar sistema de pagamento futuramente.

Os limites financeiros são os mesmos que a companhia já tinha antecipado no ano passado, apontando a expectativa do WhatsApp de transações de tíquetes menores – cada usuário pode enviar até mil reais por transação e receber 20 transações por dia, com um limite de R$ 5 mil por mês.

Para Marcos Valério Tescarolo, diretor da Bradesco Cartões, o serviço no app “acelera o processo de digitalização democrática dos meios de pagamento”. “Temos certeza de que o recurso de pagamentos no WhatsApp contribuirá para a inclusão financeira de milhões de pessoas e para o aumento da formalização da nossa economia”, emenda Paulo Caffarelli, presidente da Cielo.

Segundo o COO do WhatsApp, apesar de começar a operar com os atuais correntistas dos bancos, a companhia acredita que o serviço pode servir também para aumento de bancarização. Idema diz que o grupo não tem uma meta específica de volume mínimo para o primeiro ano de operação. Se for um pequeno percentual do número diário de mensagens trocadas no app, o WhatsApp pode constar em breve nos rankings de maiores volumes transacionados – e dar um empurrãozinho às cifras da Cielo.

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CIELO AVANÇA, MAS IMPACTO DA PANDEMIA PRESSIONA RESULTADO

CIELO AVANÇA, MAS IMPACTO DA PANDEMIA PRESSIONA RESULTADO

Por Valor Econômico | Fernanda Bompan e Lucas Hirata

Apesar de avançar nos objetivos de crescer no varejo e nos produtos de prazo, como a antecipação de recebíveis, a Cielo apresentou um resultado aquém do esperado por analistas para o primeiro trimestre. Com isso, as ações da companhia de pagamentos caíram 3,29% ontem, para R$ 3,53, e ficaram entre as maiores baixas do Ibovespa.

O presidente da Cielo, Paulo Rogério Caffarelli, afirmou que a companhia está no “caminho certo”, mas a piora no cenário da covid-19 atrapalhou e afetou o trimestre inteiro. “A gente apanhou duplamente do recrudescimento da pandemia”, disse a jornalistas.

De acordo com ele, já se notava uma piora no varejo desde em outubro, mas o impacto foi sentido mais duramente em março, com novas medidas de isolamento para conter a disseminação da doença. de casos. “Desde outubro, [volume capturado] só fez cair”, afirmou.

A companhia registrou lucro líquido recorrente de R$ 135,8 milhões no primeiro trimestre deste ano, resultado 18,6% menor que o apurado no mesmo período de 2020 e 54,5% inferior ao do quarto trimestre. Esse valor exclui ganhos de R$ 105,5 milhões com a venda da Orizon, com a cessão e atualização monetária da plataforma Elo com a reversão de provisões com novos projetos e reestruturações. Uma mudança nas regras do Imposto sobre Serviços (ISS) teve impacto negativo de R$ 30,1 milhões no número final. O lucro líquido total foi de R$ 241,3 milhões, alta de 44,7% em um ano.

A decepção dos analistas foi motivada “principalmente por tendências de receita mais fracas, com crescimento de volume total de pagamentos (TPV) abaixo das expectativas, parcialmente compensado por custos e despesas menores”, disseram analistas do Goldman Sachs, banco que recomenda a venda das ações.

Para analistas do Credit Suisse, a empresa reportou números abaixo do esperado tanto para Cielo Brasil (adquirência) como para Cateno (gestão de contas de pagamento). O banco suíço reiterou sua “visão cautelosa para as ações de Cielo por enquanto.”

Apesar disso, a credenciadora conseguiu aumentar a base de clientes de varejo em 1% na comparação com o trimestre anterior e em 8,8% frente aos três primeiros meses de 2020. É intenção da Cielo avançar nesse segmento.

O varejo e o segmento de empreendedores representaram 35,4% do volume capturado no primeiro trimestre (ante 35,1% no quarto trimestre). Caffarelli reiterou que a busca da empresa é para que a participação do varejo fique equilibrada com a de grandes contas. Com esse objetivo, foram contratados mais 500 funcionários para a força comercial.

A ampliação da equipe tende a diminuir também a dependência das vendas feitas por meio dos bancos controladores (Bradesco e Banco do Brasil) ou parceiros. Nesta semana, a Caixa anunciou acordo com a americana Fiserv para que esta opere com exclusividade as operações de adquirência no balcão do banco pelos próximos 20 anos.

O vice-presidente financeiro da Cielo, Gustavo Souza, minimizou o impacto da parceria, lembrando que credenciadora representa mais de 50% do volume de adquirência de clientes com domicílio bancário na Caixa. Ele destacou que não haverá uma migração automática desses lojistas para a Fiserv, e eles continuarão sendo atendidos pela Cielo.

Caffarelli afirmou que a pandemia, por outro lado, acelerou fortemente as soluções de digitais, como links de pagamentos, QR Code e NFC (transações por aproximação), que agora já representam 20% do volume. Há um ano, essas tecnologias tinham participação de 15%.

O executivo também disse esperar para “breve” o lançamento do serviço de pagamentos entre pessoas via WhatsApp, que será processado pela Cielo.

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PICPAY REFORÇA TIME E SE PREPARA PARA IPO

PICPAY REFORÇA TIME E SE PREPARA PARA IPO

Por Valor Ecômico | Por Fernanda Bompan

O PicPay, carteira digital controlada pelo Banco Original com quase 50 milhões de clientes, trouxe para o time no mês passado Eduardo Chedid, então CEO da empresa de cartões Elo, para ajudar na montagem de um marketplace financeiro. A companhia já vem reforçando a equipe com executivos de peso, enquanto se prepara para uma listagem na Nasdaq ainda neste semestre, segundo apurou o Valor. Impulsionada pelo isolamento social e com um marketing agressivo, a base de clientes disparou 177% no ano passado e segue em forte expansão neste ano.

Chedid assumiu a vice-presidência de serviços financeiros do PicPay com o desafio de consolidar a plataforma de serviços do segmento. A companhia já conta com 4 milhões de cartões emitidos e oferece crédito pessoal, com a possibilidade de os usuários contratarem empréstimos de outras instituições diretamente na plataforma. Agora, vai começar a oferecer empréstimo entre pessoas, conhecido como “peer-to-peer lending” (P2P).

Na sua primeira entrevista desde que chegou na PicPay, Chedid afirma que, em um primeiro momento, essa modalidade funcionará como um “empréstimo entre amigos”. Para diminuir os riscos, principalmente de quem empresta, o PicPay permitirá que a transação ocorra apenas entre a agenda de contatos dentro da plataforma.

Os juros são negociados pelo tomador diretamente com o investidor, que, assim, pode ter um rendimento mais atrativo do que em muitas aplicações. Se ambas as partes concordam com as condições de valores, taxas e prazos, o PicPay formaliza o contrato no mesmo dia, calcula o valor das parcelas e se encarrega de lembrar o tomador de pagá-las.

Chedid lembra que, pela regulamentação do empréstimo entre pessoas do BC, o contrato não pode ultrapassar o valor de R$ 15 mil. Como já é uma instituição de pagamento, o PicPay não pode ser também uma sociedade de empréstimos entre pessoas (SEP), então para essa nova operação P2P atuará como correspondente bancário da Crednovo, também controlada pelo grupo J&F.

“Por isso, buscamos a conexão entre os produtos e usuários, porque caso uma pessoa precise de mais de R$ 15 mil, ele pode recorrer também ao crédito pessoal ofertado pelo PicPay, por exemplo”, explica. Na segunda fase, o PicPay permitirá o empréstimo coletivo, em que investidores podem comprar cotas de operações de empréstimo solicitadas na plataforma.

Em 2021, outras modalidades de empréstimo e novos produtos, como investimentos, também vão compor a prateleira da plataforma do “superapp”. “Como um marketplace financeiro, queremos poder oferecer para nosso usuário o maior número de produtos e serviços possível, de forma intuitiva e integrada”, afirma Chedid, que atua há 27 anos no mercado de meios eletrônicos de pagamento. Antes de comandar a Elo, ocupou a vice-presidência comercial da Cielo, foi vice-presidente da Visa e diretor da Credicard.

O PicPay pode ser usado como forma de pagamento em mais de 5 milhões de estabelecimentos parceiros, incluindo nas máquinas Cielo, Rede e Getnet. Em média, são movimentados R$ 3 bilhões por mês no aplicativo. A carteira digital (wallet) do PicPay foi a pioneira no país a fornecer serviços de pagamento instantâneo entre as pessoas e por meio de QR Code.

Evitando dar números, o executivo afirma que a meta com esses serviços, além de ganho de escala, é reter o cliente na plataforma. Em fevereiro, a PicPay chegou a 47,6 milhões de usuários cadastrados, 23% acima do número alcançado ao fim de 2020, impulsionada pelo ritmo mais acelerado da digitalização financeira no Brasil, em função do isolamento social, e um marketing agressivo — vide o patrocínio ao reality show Big Brother Brasil. No ano passado, a base de clientes já havia quase triplicado de tamanho.

“Nunca a velocidade de mudança [digital] foi tão grande. Claro que a pandemia não é uma coisa boa, mas ela possibilitou que a digitalização da população fosse acelerada. Muitos que não tinham hábito ou resistiam a ver a tecnologia como uma ferramenta mudaram de opinião”, destaca Chedid.

Além dele, outros executivos de alto escalão chegaram recentemente na companhia, como o ex-Cielo e PagSeguro Rômulo Dias, que vai liderar a área financeira e de relações com investidores; e Fábio Plein, que comandava o Uber Eats. O CEO é José Antônio Batista, de 36 anos, neto do fundador da JBS. Ele assumiu em agosto do ano passado, no lugar de Gueitiro Guenso.

Segundo o Valor apurou, essa movimentação faz parte do processo para abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) do PicPay. Questionado, Chedid disse que não comenta o assunto. Em fevereiro, o Pipeline, novo site de negócios do Valor, noticiou que o PicPay já havia contratado o BTG como coordenador do IPO.

O PicPay foi fundado pelo capixaba Anderson Chamon e é controlada pelo Original — banco da J&F, a holding dos irmãos Batista que também controla a JBS. Além dos serviços financeiros, o PicPay tem outras verticais de negócio como a PicPay Store, uma plataforma aberta em que parceiros podem disponibilizar seu catálogo, com a oportunidade de garantir benefícios.

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AUDITORIA RETROATIVA E RECUPERAÇÃO DE VALORES – QUER SABER MAIS COMO PODEMOS TE AJUDAR?

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Quando identificado diferença das taxas contestamos junto a bandeira e adquirente reajustando as taxas para as contratadas, cancelamos e contestamos antecipações não contratadas e demais serviços cobrados de forma indevida. Essas ações reduzem as despesas e aumentam o faturamento do seu estabelecimento.

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Pagamento feito por aproximação ganha espaço

Pagamento feito por aproximação ganha espaço

Por Valor Econômico | Fernanda Bompan

Os pagamentos por aproximação tiveram expressivo crescimento no ano passado no Brasil, em meio à pandemia de covid-19. A tecnologia, que permite pagamentos sem a necessidade de dinheiro ou de ter que inserir um cartão na maquininha, tende a seguir ganhando espaço, já que sua fatia no sistema de pagamentos ainda é muito pequena.

A Visa, por exemplo, viu um aumento de cinco vezes nas operações utilizando o sistema em dezembro, comparado ao mesmo mês de 2019, segundo dados antecipados ao Valor.

Marcos Marins, diretor-executivo da Visa do Brasil, explica que a popularização da tecnologia foi acelerada pela pandemia, mas já havia um movimento intenso de toda a indústria, com destaque para cartões com a tecnologia NFC (“near field communication”), de transações sem contato, além da chegada da inovação nos transportes públicos do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Ana Paula Lapa, vice-presidente de produtos e inovação da Mastercard Brasil, confirma o movimento. Segundo a empresa, no acumulado de 2020 esse tipo de pagamento cresceu 298% em relação ao ano anterior, somando 330 milhões de transações.

Segundo dados mais recentes da Abecs, no acumulado de janeiro a setembro os pagamentos por meios digitais chegaram a R$ 1,38 trilhão. Transações por aproximação representam pouco mais de 1% (R$ 22,7 bilhões) desse montante. Contudo, esse tipo de pagamento “contactless” (sem contato) aumentou 478% em relação a igual período de 2019. Somente no terceiro trimestre de 2020, comparado a igual intervalo do ano anterior, a modalidade cresceu 622,5% com movimento R$ 14,4 bilhões.

Com o potencial que esse mercado representa, Visa, Mastercard e a provedora de soluções de pagamentos e serviços financeiros Fiserv iniciaram nesta semana o projeto-piloto de uma nova tecnologia de pagamento por aproximação via celular e tablets.

Ana Carolina Pavoni, diretora de produtos da Fiserv no Brasil, explica que a inovação permite aos estabelecimentos comerciais usarem o próprio celular como se fosse uma maquininha de cartão, através do aplicativo Fiserv. O aplicativo possibilita ao comerciante o recebimento de pagamentos por aproximação, aceitando transações de crédito e débito Mastercard e Visa, por meio de cartões ou dispositivos como celulares e relógios que estejam habilitados com a tecnologia NFC.

O aplicativo possibilita também o acesso aos comprovantes de transações e envio por SMS, e-mail ou via outros “apps”. Ao final do dia, o estabelecimento poderá acessar um relatório de suas vendas. Permite, ainda, o estorno de vendas quando necessário.

Ana Paula, da Mastercard, disse que iniciativa similar pode ser encontrada em 17 mercados globais, incluindo a região da América Latina e Caribe. “Na Costa Rica, por exemplo, temos observado que comerciantes de diversos setores estão adotando rapidamente a tecnologia que permite aceitação de cartões com a tecnologia por aproximação por meio de celulares. No Brasil, a expansão dos pagamentos por aproximação, que vem conquistando a preferência do consumidor, impulsiona o sucesso de soluções como esta”, afirma a executiva.

“Temos buscado democratizar o acesso aos meios digitais de pagamento em prol da indústria e da inclusão digital dos brasileiros. Essa é uma solução inovadora que vai facilitar bastante as vendas e o gerenciamento de caixa de pequenos e médios empreendedores”, completa Marins.

Neste momento, a nova tecnologia encontra-se em funcionamento no Brasil em fase piloto com 500 estabelecimentos convidados, disponível aos adquirentes que utilizam os serviços de processamento e credenciamento da Fiserv.

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Vamos falar sobre taxas?

Vamos falar sobre taxas?

Por Ravi Consultoria

Quando você contrata uma maquininha de cartão as taxas podem variar, e nem sempre isso fica claro!
Vamos aos tipos de taxas:

– Taxas no débito – são às menores taxas do mercado, e o estabelecimento recebe em até 48h úteis.
– Taxas no crédito à vista – são taxas intermediárias variando de 1,5% até 4%, o estabelecimento recebe em até 30 dias após a operação ser aceita.
– Taxas no parcelado – são as maiores taxas do mercado variando de 2,5% até 60% ou mais, o estabelecimento recebe proporcional ao número de parcelas, por exemplo: Venda em 3x – 1º parcela em 30 dias, 2º parcela em 60 dias e 3º parcela em 90 dias.
– Taxas dos cartões de benefícios – são às maiores taxas do mercado variando de 4,5% até 9%, os pagamentos para o estabelecimento variam conforme cada bandeira de benefício, geralmente os pagamentos são feitos por lotes de 15 a 30 dias de fechamento. Ou seja, uma venda efetuada hoje será agrupada com as demais vendas da semana ou dos últimos 15 dias e esse grupo será pago em 15, 20 ou 30 dias. Esse é um padrão, variando de bandeira para bandeira.

Mas, você sabe quais taxas foram contratadas através da maquinha de cartão? Essa é uma questão muito importante e deve ser esclarecida no momento da contratação da maquininha.

Geralmente as principais bandeiras de débito, crédito e parcelado estão inclusas na negociação. Porém, as taxas podem variar de bandeira para bandeira, e essa questão deve ser abordada no ato da contratação. Assim o estabelecimento saberá qual bandeira e modalidade de transação terá maior vantagem ao efetuar suas vendas.

As bandeiras de benefícios como Sodexo, VR, Ticket, Goodcard, Greencard, entre outras, não estão inclusas na negociação das taxas. Onde o estabelecimento deverá negociar data de pagamento e taxa diretamente com a bandeira de benefício.

Ao decorrer dos anos atuando como auditores dos meios de pagamentos eletrônicos, identificamos muita falta de informação por parte dos estabelecimentos, muitas vezes devido a não transparência das empresas de maquininhas de cartões e bandeiras com os estabelecimentos. Por conta disso, identificamos muitas divergências de taxas indevidas sendo cobradas dos estabelecimentos, recuperando essa divergência para nossos clientes.

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Pix e pandemia: como esses eventos devem mudar a indústria de meios de pagamento

Pix e pandemia: como esses eventos devem mudar a indústria de meios de pagamento

Por Infomoney

Pix e pandemia colocaram em xeque o uso de outros meios tradicionais como boleto, TED, DOC e cartões de crédito

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MASTERCARD ACREDITA QUE PAGAMENTOS NO WHATSAPP DEVEM COMEÇAR NO COMEÇO DE 2021

MASTERCARD ACREDITA QUE PAGAMENTOS NO WHATSAPP DEVEM COMEÇAR NO COMEÇO DE 2021

Por Valor Econômico | Fernanda Bompan

   O presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul, João Pedro Paro Neto, disse acreditar que o pagamento via WhatsApp deve começar a funcionar no primeiro trimestre de 2021. Em almoço virtual com jornalistas nesta terça-feira, Neto disse que a última reunião com o Banco Central (BC) foi promissora e a fase de dúvidas e ajustes está perto do fim.

   “[O início do pagamento via Whatsapp] para este ano não é possível, não vai dar tempo, mas tenho certeza que no começo do ano que vem sim”, afirmou. “Uma aposta é que seja no primeiro trimestre de 2021”, acrescentou.

   No fim de junho deste ano, quase uma semana depois do serviço de pagamentos via WhatsApp, aplicativo de mensagens do Facebook, ser lançado, ele foi suspenso por decisão do Banco Central, sob a justificava de que a realização das transações sem a supervisão adequada do regulador poderia gerar “danos irreparáveis” ao Sistema de Pagamentos Brasileiro.

   Conforme noticiado pelo Valor na ocasião, a decisão do BC agradou aos concorrentes, que pediam a supervisão do regulador para a operação e argumentavam que ela poderia ser considerada anticompetitiva. Causou, porém, indignação aos participantes do serviço, em que Mastercard, além da Visa, assim como Cielo, Banco do Brasil, Nubank e Sicredi faziam parte.

   Ainda no almoço, Neto minimizou os efeitos que o Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos capitaneado pelo BC, pode trazer para a empresa.

   “Pix é mais uma forma de pagamento. Ainda não podemos tomar conclusão com menos de um mês de operação (…) O que consigo dizer é que os comportamentos de consumo apresentados até agora são diferentes. É uma forma que ajuda a combater uso de dinheiro. Eu não vi nenhum mercado [com um sistema parecido] que ocorreu a destruição da indústria de cartões. Pix é para somar nossos múltiplos pagamentos eletrônicos”, explicou.

   A Mastercard Brasil não apresenta os resultados gerais locais, mas Neto se disse “feliz” como o balanço de 2020. “O mercado como um todo deve crescer entre 11% e 12%, o que é positivo, não muito longe do crescimento esperado antes da pandemia, de 20%”, disse. Para 2021, ele disse que a expectativa é de um aumento de 16% e 18%.

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